Vamos seguir a ordem em que se reorganiza um sistema: limpar, proteger, organizar, separar as empresas, acelerar e, por fim, construir o aplicativo. O primeiro passo é tirar do projeto o que não é usado — assim todo o trabalho seguinte é feito só em cima do que importa.
Vamos apagar importações sem uso, blocos de código comentados e arquivos que nenhuma tela chama.
Vamos remover as tabelas de backup esquecidas e recuperar o espaço desperdiçado nas tabelas de mensagens.
Vamos religar a verificação automática do código, hoje desligada, para o projeto não acumular lixo de novo.
Com o projeto limpo, vamos fechar as portas. Hoje há dados que podem ser acessados sem login, e não existe um lugar para testar mudanças sem mexer no sistema em uso. Este passo resolve as duas coisas.
Vamos montar um ambiente separado da produção, onde toda mudança é testada antes de chegar ao sistema que a GE usa.
Vamos ativar a proteção (RLS) nas tabelas abertas e corrigir a configuração que faz toda tabela nova nascer aberta.
Vamos levar as chaves de API para o servidor e limpar do histórico do git os arquivos que revelam pontos fracos.
Limpo e protegido, o projeto pode ser rearrumado. Vamos trocar a organização por tipo de arquivo por uma organização por assunto, e juntar os cinco projetos soltos em um só.
Vamos reunir tudo de financeiro, comercial e produção em pastas próprias, em vez de pedaços espalhados em várias.
Site, sistema, automações e app vão viver num único repositório, com build e dependências compartilhados.
Vamos organizar os pontos de entrada de cada módulo, para que mexer num arquivo não arraste meio projeto junto.
Com o sistema organizado, vamos completar a separação entre empresas. A estrutura para atender várias ao mesmo tempo já existe — vamos garantir que uma nunca veja os dados da outra. É este passo que torna o sistema vendável.
Vamos garantir que cada consulta devolva só os dados da empresa de quem está logado, sem exceção.
Vamos completar as regras de acesso nas tabelas que hoje têm só uma camada de proteção.
No ambiente de teste, vamos simular uma empresa tentando acessar a outra — até não conseguir mais.
A velocidade vem logo depois do isolamento porque os dois mexem nas mesmas regras de acesso: primeiro vamos deixá-las corretas, depois rápidas. Assim o trabalho é feito uma vez só.
Vamos ajustar as regras que refazem a mesma verificação a cada linha lida, para rodarem uma vez por consulta.
Vamos adicionar os índices que faltam, para o banco ir direto à informação em vez de varrer tabelas inteiras.
Relatórios de leads e o chat, as telas mais usadas, são as primeiras a ganhar velocidade.
O app fica por último porque é o que mais aproveita os passos anteriores: vai nascer dentro do projeto unificado, com as mesmas regras, em cima de um banco seguro e rápido.
O app atual não instala em nenhum aparelho. Vamos reescrever as telas em React Native, a mesma base do sistema.
Vamos fazer o app usar o mesmo código, as mesmas regras e os mesmos dados do sistema, em vez de ser um projeto paralelo.
Vamos publicar na App Store e no Google Play, pronto para a equipe instalar.
Um valor fixo por mês, do começo ao fim. Sem entrada e sem parcela grande na assinatura — cada mês termina com a entrega descrita acima e um relatório do que foi feito.
Acompanhamento e relatório mensal inclusos.
Somando salário e encargos, um profissional com essa experiência passa de R$ 10.000 por mês — e ainda seria preciso encontrar, contratar e treinar. Aqui o escopo é escrito e cada mês tem entrega definida.